... e a vocês?
sábado, 31 de dezembro de 2011
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
You can change.
Toda a gente tem a oportunidade de mudar, de aproveitar o melhor de si mesmos. As vozes na tua cabeça não mudam nada, se te disseram que não vales nada, não acredites.
Tens um futuro certo? Tomas decisões, não tomas? Sofres e ris? E às vezes ris quando sofres? Choras de alegria e ris da tristeza e solidão? Vês? Consegues mudar o teu destino, e a forma de ver o mundo. Basta quereres o bastante e calares as vozes na tua cabeça que te dizem que não és capaz e te mudam a forma de pensar e ver.
Tu és capaz de algo mais. Algo que pode mudar o mundo. E só tu o podes fazer.
Good Luck!
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Coca-Cola rull's
Não faço ideia se é por entrar no meu espirito natalicio mas... este anuncio da Coca-Cola tocou-me ;) ou como diz a Fanny da Casa dos segredos "Bateu-me forte cá dentro!"
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
#ItsJustMe
Não sou melhor, nem pior que ninguém. Não mando em ninguém a não ser em mim própria e – raramente no meu cão e na minha gata.
Até eles têm a sua vida própria e não estão interessados em saber o que eu penso ou o que eu quero. Mas como mando em mim, é me permitido pensar e agir como quero. Posso dar as gorjetas que quiser, e comprar as rosas e os chocolates que me apetecer.
E se me perguntares “Porque é que compraste essas rosas? Elas vão murchar e não têm utilidade!”
Tens razão. Mas ninguém mais mas compras se não eu. Por isso, eu compro. E fico a olhá-las enquanto ouço a minha música, como os meus chocolates e bebo o meu café.
Porque ninguém manda em mim. E isso é a coisa mais bela – senão a única mesmo – em não ser dependente do meu coração.
“Uma garota sábia beija mas não ama, escuta mas não acredita e parte antes de ser abandonada.”
sábado, 24 de dezembro de 2011
Entender e ultrapassar
Eu antes não compreendia. Não sabia como eras capaz de me ter abandonado, de te teres ido embora e nada me teres dito.
Eu achava que eras cobarde. Que não tinhas sentimentos e que tinhas andado apenas a brincar com os meus.
Eu chorei dia e noite, ansiei cada dia uma carta tua, que nunca chegou a vir.
Não compreendia como tinhas sido capaz. Era incompreensível para mim.
Num momento, estávamos divertidos a ver um filme no cinema, de repente tu apertas-me a mão e dizes “desculpa mas já não sinto nada por ti” e foste embora.
Acredita no que te digo, eu pensei até ao último momento que era mentira. Uma piada muito estúpida.
Só caí em mim quando cheguei ao parque de estacionamento e não vi o teu carro. Abandonaste-me como quem abandona um cão. Será que não representei mais do que isso mesmo, para ti?
Mas eu aprendi a ultrapassar, aprendi a deixar os sentimentos de lado e a olhar-te com frieza. Para ser sincera… para ti e para todos os homens.
E agora entendo. Tu não és cruel, tu não brincaste com os meus sentimentos. Tu simplesmente deixaste-me de amar. E eu não te posso obrigar, por muito que quisesse.
Eu aprendi a também deixar os sentimentos de lado, e consegui.
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